Representantes da Capela Nossa Senhora dos Navegantes pede apoio ao Legislativo para não serem despejados

por cma — publicado 12/06/2017 08h55, última modificação 12/06/2017 09h04
Representantes da Capela Nossa Senhora dos Navegantes pede apoio ao Legislativo para não serem despejados

Representantes da Capela Nossa Senhora dos navegantes

Representantes da Capela Nossa Senhora dos navegantes pede apoio ao Legislativo para não serem despejados.

Na última quarta-feira (07), representantes da comissão formada pelo coordenador do Conselho Missionária Pastoral Comunitário (CMPC), Alexandre Cordeiro Leal, o Pároco Padre Simão Valenga, o presidente da Equipe Executiva de Assuntos Econômicos (EEAE) e demais lideranças pastorais estiveram na Câmara Municipal, a fim de solicitar apoio do Legislativo para a decisão que a juíza Patricia Montovani, da 1ª Vara da fazenda Pública de Araucária sentenciou, ao requerer liminarmente a posse do imóvel onde há mais de três décadas funciona a capela Nossa Senhora dos Navegantes, no bairro Porto das Laranjeiras, em Araucária.
Na oportunidade, a comissão foi recebida pelo presidente da Câmara, Ben Hur Custódio e pelos vereadores Fábio Alceu, Francisco Cabrini, Roberto Mota e Vanderlei de Oliveira.
Hoje, a Capela Nossa Senhora dos Navegantes realiza celebrações todos os finais de semana, possuem mais de 130 crianças na catequese e possui 13 pastorais ativas, além da Pastoral da Família, que realiza reuniões e encontros com casais ou pais de famílias desintegradas, para orientá-los quanto à educação e amparo aos filhos, bem como possível reconstituição das mesmas, se necessário, com orientação jurídica.
Em 2016 o Ministério Público do município determinou que a Capela Nossa Senhora dos Navegantes estaria ilegalmente no terreno público, e que, por determinação do promotor, David Keber de Aguiar, eles teriam que desocupar o imóvel, e, judicialmente, seria impossível conceder o imóvel à comunidade. Segundo o coordenador do conselho, Alexandre Cordeiro Leal, em todos esses anos, nenhuma gestão se preocupou em elaborar um contrato ou Projeto de Lei que formalizasse a concessão do imóvel para que eles pudessem usufruir.
A Mitra da Diocese de São José dos Pinhais tem um prazo de 15 dias para recorrer da decisão, pedindo que a juíza Patrícia Montovani, analise o recurso novamente.
Na ocasião, o presidente da Câmara e os vereadores mostraram-se favoráveis à comunidade e salientaram que farão o possível para solucionar esse problema para ambas as partes, e que o mais breve, marcarão uma nova reunião com os promotores David Keber de Aguiar e João Carlos negrão para tentarem resolver essa situação.

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